Sobre o desabafo da Primeira Dama nas redes sociais


Por Everaldo Paixão Leia na integra >>>

Pegando o gancho no desabafo da primeira dama,suplente de deputado e assessora especial do governo do Estado, não podia me furtar de comentar e opinar sobre a conduta correta de se defender dos ataques que segundo ela e sua família sofreram.

Não entendo muito e nem consegui assimilar quando ela fala em respeito ao próximo e de qual luta ela fala quando descaracteriza o sentido de dignidade.


Ela poderia aproveitar o ensejo e pedir “desculpas” ou “perdão” (se essas palavras, claro, existirem no seu dicionário) às pessoas que não são seus partidários, a imprensa, os funcionários públicos que perseguiram e perseguem como bichos brutos. Aos professores, aos aposentados, os agricultores, os condutores do transporte escolar, os pipeiros, aos estudantes que, o ano passado e este ano, foram prejudicados pela falta de sensibilidade de quem hoje se sente ferida por ataques que abomino, não por dizer o que pensa, mas pela covardia do anonimato. Ela podia mesmo agora no fim de mandato do prefeito, provar que é também passível de mudança e que o horizonte que ela avista realmente esteja perto, não só dela e nem de sua família, mas de todos que sentiram a falta esses mais de 4 anos de governança.

Os seguidores da senhora primeira dama também fizeram isso com o editor do blog, quando principalmente ligavam e publicavam nos portais ataques, para de forma meticulosa ameaçar a minha liberdade de expressão. E outra: fecharam todas as portas das possibilidades que minha família tinha para viver sim, com “dignidade”, sem precisar da ajuda de político nenhum. Os tentáculos do poder que não ficou limitado ao município atingiu a minha família diretamente (mulher e filhos), a minha saúde, as minhas finanças, porque perseguir, humilhar, assediar, foi o que não faltou a gestão quando era contrariada. Isso, senhora primeira dama, é terrorismo psicológico e sei como (se isso realmente é verdade) a senhora e sua família deve estar se sentindo, mesmo continuando ainda com essa prática que também são as ferramentas para os covardes usar quando estão investidos de poder. Que não é vitalício, claro.

Seria o momento de compreender que o amor, a fé em Deus, do equilíbrio familiar apregoados de forma sentimental no seu desabafo, externasse de forma verdadeira o respeito também pelas famílias araripinenses. E que essa vontade de trabalhar descrito na sua missiva, seja um desejo real, e não meras palavras jogadas ao vento.


Sempre fui um combativo perseverante da gestão Arraes em Araripina, sempre critiquei aqueles que de uma forma ou de outra não querem contribuir para o desenvolvimento humano de nossa cidade. Critiquei oposição, situação, político A e B, mas sempre subscrevi as minhas autorias. Os panfletos que foram espalhados nas ruas atacando a família do gestor é um ato insano, covarde e sorrateiro. Mas pode ser também um motivo a mais do gestor e da primeira dama parar de perseguir quem pensa e sempre vai torcer pelo bem de nossa terra.


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